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A DESTRUIÇÃO DE HABITATS INDÍGENAS IMPACTA nA SAÚDE DESSES POVOS, TORNANDO-OS SUSCETÍVEIS A DOENÇAS TRAZIDAS POR NÃO INDÍGENAS.

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A destruição de habitats nativos tem impactos significativos na saúde dos povos indígenas. Estas comunidades são suscetíveis a doenças trazidas por povos não indígenas e muitas vezes vivem em áreas remotas e de difícil acesso. Como resultado, ficam susceptíveis a doenças como malária, tuberculose, infecções respiratórias, hepatite e doenças sexualmente transmissíveis.

Desde a fundação da Fundação Nacional da Índia (Funai), em 1967, diversas organizações e órgãos governamentais têm sido responsáveis ​​pelo atendimento aos povos indígenas. Contudo, a situação sanitária nas aldeias raramente é positiva. Em 1999, foi implementada uma política de descentralização do atendimento, reduzindo a ação direta do Estado e estabelecendo 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), o que produziu resultados positivos.

O DSEI é responsável pelo atendimento dos casos simples, enquanto os incidentes muito complexos são atendidos nos hospitais regionais.

O controle social é exercido por meio do Conselho de Saúde Indígena (Condisi), que garante a participação dos povos indígenas na gestão dos DSEI.

A relação entre os povos indígenas e os gestores dos DSEI é tensa e há muitos problemas relacionados ao uso e gestão dos recursos. É importante ressaltar que a perda de biodiversidade também tem um grande impacto na saúde humana e na propagação de doenças. A modificação do habitat torna as espécies infectadas mais comuns e faz com que dominem as espécies saudáveis.